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A OMA na mídia

Cidades mais amigáveis

A cidade que eu quero x A cidade que nos acolhe

 

O espaço urbano sempre será foco de discussão e aprimoramento, especialmente no que diz respeito às tendências mundiais. No momento, a urbanização e envelhecimento populacional são dois pontos de grande destaque para avaliação da acessibilidade e qualidade vida.

 

O mundo está envelhecendo rapidamente e, em alguns anos, haverá mais idosos que crianças na população. No Brasil, mais de 90% da população brasileira viverá em áreas urbanas até 2030, segundo dados da ONU-Habitat.

 

Tecnologia a favor da qualidade de vida

 

A tecnologia é uma grande aliada para o desenvolvimento de soluções de acessibilidade e mobilidade urbana.

 

Em Curitiba, por exemplo, um levantamento descobriu que a velocidade de um idoso para atravessar a rua é, aproximadamente, 30% menor do que a média geral. Essa informação serviu de referência para programações paralelas de tempo nos sinais de trânsito, ativadas pelo cartão de transporte em contato com placas leitoras instaladas nos pontos de travessia.

 

Já na capital mineira, alguns semáforos receberam dispositivos de indicação sonora para auxiliar a travessia de pessoas com deficiência visual ou idosas. O sistema aciona um aviso sonoro, indicando o momento adequado e seguro para atravessar algumas das principais avenidas da cidade.

 

Acessibilidade X Mobilidade

 

O desafio da mobilidade urbana está em adaptar os aspectos referentes à localização, condições de acesso e pontos de embarque e desembarque do transporte público. Além disso, o dimensionamento das vagas de estacionamento específicas para idosos e deficientes são características imprescindíveis para reforço.

 

A questão da acessibilidade não diz respeito apenas aos deslocamentos externo. Nas residências e centros comerciais é preciso um olhar crítico para prédios com áreas mais amplas (acesso a cadeirantes), pisos antiderrapantes, elevadores e escadas rolantes para quem tem dificuldade em subir escadas e rampas (com inclinamentos adequados).

 

E, ainda na questão das moradias, é importante favorecer a integração permanente dos idosos na comunidade, favorecendo uma vida mais feliz e produtiva.

 

Uma cidade mais amigável acolhe não apenas o idoso, mas pessoas de todas as idades e limitações. O desafio atual é desenvolver políticas públicas adequadas e ter sua implantação no menor tempo possível para tornar as cidades mais amigáveis e oferecer qualidade de vida e saúde para esse novo modelo populacional. Essas demandas são reais e esse cuidado deve ser responsabilidade de todos.

 

Fonte: Netimóveis

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