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A OMA na mídia

Imóveis apostam no compartilhamento e ambientes mais inteligentes

Compartilhamento e economia colaborativa: tendência também no mercado imobiliário

Na semana em que uma incorporadora anunciou um empreendimento na capital paulista que terá apartamentos de até 10 metros quadrados, a discussão sobre a redução de espaços no mercado imobiliário é destaque.

A experiência de empreendimentos bem compactos, com plantas inteligentes e ambientes integrados, já é uma realidade em alguns países onde os espaços são limitados para construções. No Japão, por exemplo, alguns apartamentos chegam a ter 8m2.

Compartilhamento é a chave do negócio

Trata-se de um novo olhar do mercado imobiliário, indo ao encontro de um movimento mundial orientado para a economia compartilhada.

Não se trata apenas da redução de espaço, mas sim de um olhar para um novo perfil de cliente: o consumidor consciente. Preocupado com a sustentabilidade, ele se identifica mais com um modelo de negócio não patrimonialista, que atenda sua percepção de convivência baseada no compartilhamento.

Normalmente, trata-se de um público jovem, que tem uma relação prática com sua moradia (usa apenas para dormir) e está num momento de aquisição de seu primeiro imóvel. Nesse sentido, projetos como o anunciado, de apartamentos compactos, mas com ambientes inteligentes e acesso a serviços e áreas comuns, fazem todo o sentido.

(Palmeiras-Nova Higienópolis – Vitacon/Divulgação)

Condomínio inteligente

E se o espaço não permite receber visitantes com conforto, que tal contar com o aluguel de outros apartamentos no mesmo condomínio de forma provisória? Esse serviço de inteligência considera o retorno do aluguel provisório em benefício da manutenção do condomínio, oferecendo soluções simples e rentáveis para os dilemas do espaço reduzido.

O estudo de inteligência ainda indica o benefício do melhor aproveitamento de recursos e bens. Uma furadeira, por exemplo, em toda a sua vida útil, será usada por apenas 40 minutos. Dessa forma, é possível usufruir recursos sem ser dono de um bem.

Os projetos contam ainda com as áreas comuns como cinebar, horta, guarda-entregas, bikes para alugar, lavanderia, espaço para coworking, ferramentas e academia equipada.

Custo x Benefício

Stefano Zangari, da Netimóveis São Paulo destaca que ainda é preciso uma crítica sobre os custos reais na aquisição de um apartamento com espaço muito reduzido. Considere um acréscimo de 20 a 30% do valor final para o mobiliário especial, afinal, é preciso ter o melhor aproveitamento possível dos espaços.

Sobre o retorno, seja para a compra ou aluguel, ainda é possível considerá-lo positivo. Zangari ressalta que um ponto bem localizado (próximo a lojas, metrô, estações de ônibus) não apenas facilita a mobilidade como também reduz as horas perdidas no trânsito, o que representa mais qualidade de vida e, consequentemente, um diferencial na percepção do valor final do imóvel.

 

Fonte: blog.netimoveis.com

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