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A OMA na mídia

Saiba o que esperar do mercado imobiliário em 2017

Reunimos uma série de dados e os resultados de uma pesquisa exclusiva para você saber como se preparar e o que esperar do mercado imobiliário em 2017.

 

O ano de 2017 chegou e com ele a esperança da tão sonhada retomada do mercado imobiliário depois de dois anos bastante difíceis. Mas o que realmente é possível esperar do novo ano? Como consumidores e profissionais esperam que ele seja? O que os indicadores políticos e econômicos nos indicam?
Para lhe ajudar a responder essas perguntas, reunimos nesta post uma série de dados sobre economia, construção civil e mercado imobiliário, além dos destaques de uma pesquisa exclusiva feita pelo VivaReal com participantes de todo o Brasil e suas expectativas para esse ano que você confere nesse link.

A economia

A crise política e econômica tomou conta dos noticiários nos últimos tempos, o que culminou com o processo de impeachment em 2016. Diante de notícias tão negativas em 2015 e 2016, até mesmo quem tinha condições de investir em um imóvel decidiu esperar por condições mais favoráveis. A questão do crédito foi outro ponto complicado para o mercado imobiliário, já que mesmo com o anúncio de liberação de recursos, na prática muitos financiamentos eram recusados.

Já no final do ano passado, foi possível enxergar uma melhora nos indicadores econômicos capaz de animar os profissionais e empresários que dependem do mercado imobiliário. E a boa notícia é que esses indicadores devem continuar melhorando em 2017, ainda que não seja nada grandioso.

  • Inflação

Para 2017, a expectativa é que a inflação feche em 4,8%, ficando dentro do teto da meta (6%), ou seja, dentro daquilo que é considerado aceitável. Apesar disso, ainda estará um pouco acima do centro da meta (4,5%), que seria o número tido como realmente ideal. Esse é um bom indicador, pois mostra uma certa estabilidade no país, o que somado a fatores como crescimento e taxa de juros ajuda a melhorar outros índices, assim como a imagem do país no cenário internacional.

  • Crescimento do PIB

Em 2016, a economia do país “encolheu”. O PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma dos bens e serviços produzidos em um país, fechou negativo em cerca de 3,2%. Mas, para o ano atual, a expectativa é que isso seja revertido e o Brasil volte a ter um crescimento do PIB em 0,5%, o que indica uma retomada da economia, ainda que bem tímida.

  • Taxa de Juros

A taxa de juros talvez seja um dos pontos mais importantes e animadores para 2017. Já no último mês de dezembro a imprensa ouviu líderes e empresários do setor da construção civil e do mercado imobiliário que se mostravam otimistas caso houvesse uma boa queda da taxa de juros para este ano, pois ela é benéfica, entre outras coisas, para o financiamento imobiliário.

A tendência começou a se confirmar já na primeira reunião anual do Copom (Comitê de Política Monetária), que é o órgão que decide manter, aumentar ou diminuir os juros. A Taxa Selic, que estava em 13,75% foi baixada para 13%. Diante disso, a expectativa é que haja nova baixa em fevereiro e que até o final de 2017 os juros atinjam o patamar de 10% ou até mesmo 9,5%

O mercado imobiliário

Além de todos os indicadores econômicos que acabamos de falar, existe uma série de pontos específicos do mercado imobiliário que também precisam ser contemplados quando falamos em expectativas para 2017. Fatores como o novo pacote de medidas anunciado pelo Governo Federal, a continuidade de programas habitacionais como o Minha Casa Minha Vida e a retomada dos lançamentos são muito importantes para se traçar uma visão mais assertiva.

  • Crédito imobiliário e continuidade do Minha Casa Minha Vida

Em outubro de 2016, o diretor de habitação da Caixa Econômica Federal esteve na sede do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e reafirmou que devem ser liberados cerca de R$ 200 bilhões em recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para serem utilizados em habitação social entre 2017 e 2020.

Uma das notícias que mais trouxe alívio para o mercado no último ano foi a manutenção do Programa Minha Casa Minha Vida, que foi alvo de muitos boatos sobre uma redução ou até mesmo sobre seu fim. O fato é que o Ministério das Cidades garantiu a manutenção do MCMV e para 2017 ele deve continuar com um foco maior na nova faixa 1,5 e também nas faixas 2 e 3. A faixa 1, que contempla as famílias com menor renda, deve ser residual nesse período, só sendo retomada de fato a partir de 2018 ou 2019.

  • Pacote de Medidas para o Mercado Imobiliário

No fim de dezembro, o Governo Federal anunciou um pacote de medidas para acelerar a economia como um todo. Dentre elas, havia um conjunto de medidas destinado ao mercado imobiliário e que deve se transformar em ações concretas em 2017.

Os principais destaques do pacote são a regulamentação dos distratos, que deve ser a primeira medida colocada em prática, além de incentivos ao crédito imobiliário como o uso de recursos do FGTS para financiar imóveis até o limite do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) com condições facilitadas.

  • Apostas da Construção Civil

Já nesse início de ano, notícias que indicam a retomada dos lançamentos imobiliários têm começado a surgir. Para o segundo semestre, 200 mil profissionais devem ser contratados para trabalhar na construção civil e, na cidade de São Paulo, começa a haver também um aumento na procura por terrenos para novos empreendimentos.

Sobre a pesquisa

O levantamento foi feito no final de 2016 e ouviu mais de 1500 consumidores, além de mais de 480 corretores e mais de 430 imobiliárias nas cinco regiões do Brasil, incluindo 25 estados e mais de 325 cidades dos mais variados portes. Dessa forma, a pesquisa consegue traçar um retrato que leva em conta não apenas os grandes centros, mas a realidade de todo o país.

Os consumidores puderam dividir as suas expectativas sobre pontos como perfil sócio-econômico, tipo de imóvel buscado, seu processo de busca e ainda suas percepções sobre preços e negociações, além da sua visão sobre o mercado.

Já os corretores e imobiliárias mostraram a sua realidade de trabalho e também dividiram suas crenças e visões sobre o mercado e sobre aquilo que esperam do novo ano.

  • O que os consumidores esperam

Dos consumidores que ainda não encontraram o seu imóvel, 22% estão em busca de aluguel e mais de 70% estão pensando em comprar, sendo que a maioria desses procura um imóvel usado e pretende pagar por meio de financiamento bancário.

Um ponto bastante relevante apontado na pesquisa é que a imensa maioria dos consumidores, quase 80%, considera que o valor dos imóveis está alto no Brasil. Além disso, 45% deles espera que os preços se mantenham estáveis e 58% espera encontrar mais flexibilidade nas negociações para este ano.

A expectativa positiva dos consumidores também se destaca entre os dados da pesquisa. Mais de 70% deles se considera otimista ou muito otimista quanto à situação familiar para este ano. A mesma resposta foi dada por 53% das pessoas quando perguntadas sobre o mercado imobiliário e por 41% do público quando se falou da economia nacional.

  • O que os profissionais esperam?

Os corretores de imóveis autônomos e as imobiliárias também manifestaram suas percepções sobre o mercado hoje e para o restante do ano. A maioria também considera os preços dos imóveis elevados no Brasil e espera que os preços se mantenham estáveis, assim, como os consumidores, e espera mais flexibilidade nas negociações para 2017.

Entre os corretores, 60% espera aumentar as vendas, 67% está otimista ou muito otimista quanto ao mercado imobiliário e 58% mostra esse ânimo também quanto à economia. Já entre as imobiliárias, a expectativa de aumento das vendas chega a 72% e o otimismo quanto a economia chega a 65% e quanto ao mercado imobiliário fica em 74%.

  • A expectativa geral

Depois de ouvir consumidores e profissionais, cruzamos os dados e chegamos aos números que mostram a expectativa geral dos envolvidos com o mercado imobiliário para esse ano. No que diz respeito a preços e negociação, a maioria considera os imóveis caros, espera preços estáveis e mais flexibilidade nas negociações.

O otimismo é predominante quando falamos sobre o mercado imobiliário para 2017, mas essa expectativa positiva cai um pouco quando falamos da economia como um todo.

Para ter acesso a mais informações sobre a pesquisa e uma apresentação online, acesse esse link.

E não deixe de comentar com a gente qual a sua expectativa!

 

Fonte: Viva Real

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