O verão de 2026 acende um sinal de alerta para a saúde pública no Brasil. Projeções recentes indicam risco elevado para o avanço da dengue, especialmente em períodos de calor intenso e chuvas frequentes — combinação ideal para a proliferação do mosquito transmissor.
Nos condomínios, a atenção precisa ser redobrada. Áreas comuns, jardins, lajes, ralos, calhas e locais com acúmulo de água podem se tornar focos do mosquito se não houver prevenção contínua. Pequenos descuidos, quando somados, representam um grande risco coletivo.
A OMA reforça que o combate à dengue depende da ação conjunta entre moradores e gestão condominial, com atitudes simples e constantes:
Evitar qualquer tipo de água parada em vasos, pratos de plantas, ralos e áreas descobertas.
Manter caixas d’água, cisternas e reservatórios sempre bem vedados.
Verificar calhas, grelhas e ralos das áreas comuns, garantindo escoamento adequado.
Redobrar a atenção em períodos de chuva intensa seguidos de calor.
Comunicar imediatamente à administração qualquer ponto de acúmulo de água identificado.
Além do impacto direto na saúde, surtos de dengue afetam a rotina do condomínio, afastam moradores do trabalho, geram custos indiretos e exigem ações emergenciais. Por isso, a prevenção é sempre o caminho mais seguro e eficaz.
A OMA acompanha atentamente os alertas das entidades científicas e reforça seu compromisso com a orientação preventiva, a comunicação clara e o apoio aos condomínios na adoção de boas práticas de saúde coletiva.
Cuidar do condomínio é também cuidar das pessoas. A prevenção hoje faz toda a diferença para um verão mais seguro e saudável para todos.
Fonte original da matéria:
Verão 2026 e projeções de dengue: risco elevado reforça alerta – SBPC/ML (noticias.sbpc.org.br)


