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Bombeiros de SP agora podem interditar prédios irregulares

Prédios sem auto de vistoria do corpo de bombeiros poderão ser fechados pela própria corporação até que a situação seja regularizada.

 

Bombeiros têm agora poder de polícia para interditar prédios sem segurança

Bombeiros têm agora poder de polícia para interditar prédios sem segurança

 

Os bombeiros de São Paulo ganharam, no início de abril (09/04/2019), poder de polícia para poder interditar prédios que estejam irregulares. A ideia é aumentar a segurança e diminuir a burocracia. A lei existe desde 2015, quando foi sancionada pelo então governador Geraldo Alckmin. Entretanto, só foi regulamentada este ano.

Com isso, prédios sem auto de vistoria do corpo de bombeiros (AVCB), documento que garante que o local tem um sistema eficiente de combate a incêndio, poderão ser fechados pelos próprios bombeiros até que a situação seja regularizada.

“O que muda hoje é que o Corpo de Bombeiros chega a qualquer horário dentro de uma edificação e solicita a vistoria do local e as medidas contra incêndio”, disse o capitão Marcos Palumbo, porta-voz da corporação.

Em janeiro de 2017, o SP1 mostrou que hospitais importantes, como o Dante Pazzanezze, o Incor e o Hospital Municipal do Campo Limpo, não tinham o AVCB. Dois anos depois, eles continuam irregulares. Além deles, o Hospital do Tatuapé, referência em queimados, também não tem o documento.

Incêndio destruiu o Museu da Língua Portuguesa em 2015 — Foto: Rogério Cavalheiro/Arquivo Estadão Conteúdo

Incêndio destruiu o Museu da Língua Portuguesa em 2015 — Foto: Rogério Cavalheiro/Arquivo Estadão Conteúdo

 

Alguns dos últimos grandes incêndios na capital foram em prédios que não tinham o AVCB, como o Instituto Butantan, o auditório do Memorial da América Latina, o Liceu de Artes e Ofícios, a Cinemateca Brasileira e o Museu da Língua Portuguesa.

Segundo Palumbo, o auto de vistoria dos bombeiros garante que o edifício tem “as medidas contra incêndio que vão fazer que as pessoas fiquem protegidas, que a edificação fique protegida em caso de tragédia”.

 

Fonte: https://g1.globo.com

 

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