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Medidas de estímulo ao crédito imobiliário foram aprovadas no Conselho Curador do FGTS

Em reunião dia 26/5, em Brasília (DF), conselheiros destinaram R$ 5 bilhões para o programa pró-cotista, a fim de ampliar o acesso à moradia

Na última terça-feira, 26/5, os membros do Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovaram várias medidas e, dentre elas, três voltadas para ampliar o acesso ao crédito imobiliário.

Para o programa pró-cotista, foram destinados R$ 5 bilhões e o valor do imóvel a ser financiado baixou de R$ 750 mil para R$ 400 mil, a fim atender a maior demanda por imóveis nessa faixa de valor. Voltado à aquisição de imóveis prontos, novos ou usados, os interessados em financiar por essa linha de crédito têm de atender alguns requisitos, como ser titular de conta vinculada ao FGTS e não ter outro imóvel. “A medida é bastante positiva, porque irá atender à grande demanda por imóveis de R$ 190 mil a R$ 400 mil. Com isso, a classe média, que está sem muitas opções para financiar imóveis com recursos da poupança, terá a oportunidade de comprar a casa própria em boas condições”, comenta Flavio Amary, presidente em exercício do Secovi-SP.

Amary, que também é vice-presidente do Interior do Sindicato, lembra que para imóveis com preços acima de R$ 400 mil há outras linhas de crédito disponíveis nos bancos privados.

Outras medidas – O Conselho Curador também aprovou a alteração na Resolução 702 do FGTS, para que o Ministério das Cidades, gestor do Fundo, crie linha de crédito especial, dentro das regras do SFH (Sistema Financeiro Habitacional), para financiar a produção de imóveis de até R$ 300 mil, com o propósito de suprir a atual escassez de recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).

Nos próximos dias, o Ministério das Cidades deverá editar Instrução Normativa detalhando as regras dessa nova linha de financiamento.

A outra mudança que vai impulsionar os negócios imobiliários foi aprovação de recursos para Carteiras Administradas. Para essa operação menos convencional, e mais sofisticada, o CCFGTS aprovou o aporte de R$ 1,5 bilhão. Nessa forma de financiamento, as empresas estruturam seus empreendimentos com base em instrumentos do mercado de capitais, que geram receita para a construção.

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